
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Acção
Com humor... Para quem o tem... Não é o caso.
Simplificar... Sempre que possível... Caso contrário, o meio envolvente tenderá para o caos...
Racionalizar... Há que ponderar primeiro... E cautelosamente, intervir...
Permeabilizar... Deixar à mente espaço para a livre circulação de informação...
Triar... Conhecer as hipóteses.. Buscar a mais acertada...
Agir... Atingir o auge, em apoteose... Serenamente...
Simplificar... Sempre que possível... Caso contrário, o meio envolvente tenderá para o caos...
Racionalizar... Há que ponderar primeiro... E cautelosamente, intervir...
Permeabilizar... Deixar à mente espaço para a livre circulação de informação...
Triar... Conhecer as hipóteses.. Buscar a mais acertada...
Agir... Atingir o auge, em apoteose... Serenamente...
“Oh Gente da minha Terra...”
“Oh Gente da minha Terra...”
Falo com todos, para todos, sem excepções. Não escolho classes, credos, cores, nem mesmo afinidades. Encaro como sendo a “minha Terra” a totalidade do planeta, a unidade geofísica... Desde que me entendam! Aí sim, reside a verdadeira questão. Afinal de contas, quem é que me entende? Quem sabe ler português? Ou quem possua um qualquer programa de tradução automática, que por defeito permita uma breve compreensão do que aqui pretendo dizer? Esta é uma forma demasiado redutora de encarar o meu propósito. Resumindo (e suponho que por hoje será esta a única parte sucinta) o que quero mesmo é esclarecer... Me, vos, nos... Tenho a perfeita noção que não sou nem iluminada, nem especial de corrida (como vulgarmente se diz), nem genial... Nada que se pareça... Mas, também não sou louca. A minha sanidade mental é a ideal para a sociedade em que me insiro. Creio que já me estou a dispersar, mas por vezes deixo-me seguir por caminhos paralelos. Contudo, quase invariavelmente, reencontro o caminho para o itinerário principal.
Tantos são já os rodeios...
Esclarecendo, talvez...
A cada dia que passa somos imersos na hipocrisia, aprendemos a lidar como verdadeiros profissionais com o cinismo... No entanto continuo sem compreender o que nos move assim... Tão falsos! Chamamos de AMIGOS, meros conhecidos... Para quê? Para que nos julguem sociáveis, amáveis? Amigos... Sejamos sinceros... Por mim falo... Mãe, Pai, Avós... Aqueles que são do nosso sangue. Há com estas pessoas uma relação tão especial que é mágica e brilhante... Não trazem ao peito nenhum bilhete de identidade, é absolutamente indiferente a idade... (Claro está... Velhos são os trapos... E há uns quantos à solta por aí...) Depois sim, é verdade, há no meio de nós os amigos que escolhemos, mas não estamos livres de nenhum deslize, ou aparente falha (sua ou nossa)... Claro que também não é assim tão bom como isso andarmos sempre de pé atrás, desconfiados e confinados a espaços sufocantes. Tudo bem... Mas quem sou eu para julgar os que se fecham... Não vou é fingir que os compreendo, ou que sou sua amiga... E muito menos, me vou desdobrar, na versão própria e calculada de simpatia, cordialidade, generosidade ou outra qualquer qualidade que julgue interessante, atribuindo-me uma múltipla personalidade que transpira... Há casos em que sua... Tresanda...
Para quê? Não nos basta sermos rectos e honestos, convergindo as nossas características na nossa personalidade única? E essa atitude provocatória? É realmente necessária? Não há necessidade alguma de recorrer à crítica negativa, mesmo que velada... Incomoda? Aí o problema é do incomodado... Sempre acreditei que se a carapuça serve... Ao menos que revele alguma inteligência e se mantenha em silêncio. Porventura é preciso ficarem tão melindrados?
Já agora... Qual das personalidades foi afectada? Desculpe... Como disse mesmo que se chamava? É que já ouvi tanta coisa...
Felizmente, ainda há pequenos espaços, “Terras Virgens”, que pela sua pureza, me permitem sonhar... O mundo será melhor... Amanhã, quem sabe...
Falo com todos, para todos, sem excepções. Não escolho classes, credos, cores, nem mesmo afinidades. Encaro como sendo a “minha Terra” a totalidade do planeta, a unidade geofísica... Desde que me entendam! Aí sim, reside a verdadeira questão. Afinal de contas, quem é que me entende? Quem sabe ler português? Ou quem possua um qualquer programa de tradução automática, que por defeito permita uma breve compreensão do que aqui pretendo dizer? Esta é uma forma demasiado redutora de encarar o meu propósito. Resumindo (e suponho que por hoje será esta a única parte sucinta) o que quero mesmo é esclarecer... Me, vos, nos... Tenho a perfeita noção que não sou nem iluminada, nem especial de corrida (como vulgarmente se diz), nem genial... Nada que se pareça... Mas, também não sou louca. A minha sanidade mental é a ideal para a sociedade em que me insiro. Creio que já me estou a dispersar, mas por vezes deixo-me seguir por caminhos paralelos. Contudo, quase invariavelmente, reencontro o caminho para o itinerário principal.
Tantos são já os rodeios...
Esclarecendo, talvez...
A cada dia que passa somos imersos na hipocrisia, aprendemos a lidar como verdadeiros profissionais com o cinismo... No entanto continuo sem compreender o que nos move assim... Tão falsos! Chamamos de AMIGOS, meros conhecidos... Para quê? Para que nos julguem sociáveis, amáveis? Amigos... Sejamos sinceros... Por mim falo... Mãe, Pai, Avós... Aqueles que são do nosso sangue. Há com estas pessoas uma relação tão especial que é mágica e brilhante... Não trazem ao peito nenhum bilhete de identidade, é absolutamente indiferente a idade... (Claro está... Velhos são os trapos... E há uns quantos à solta por aí...) Depois sim, é verdade, há no meio de nós os amigos que escolhemos, mas não estamos livres de nenhum deslize, ou aparente falha (sua ou nossa)... Claro que também não é assim tão bom como isso andarmos sempre de pé atrás, desconfiados e confinados a espaços sufocantes. Tudo bem... Mas quem sou eu para julgar os que se fecham... Não vou é fingir que os compreendo, ou que sou sua amiga... E muito menos, me vou desdobrar, na versão própria e calculada de simpatia, cordialidade, generosidade ou outra qualquer qualidade que julgue interessante, atribuindo-me uma múltipla personalidade que transpira... Há casos em que sua... Tresanda...
Para quê? Não nos basta sermos rectos e honestos, convergindo as nossas características na nossa personalidade única? E essa atitude provocatória? É realmente necessária? Não há necessidade alguma de recorrer à crítica negativa, mesmo que velada... Incomoda? Aí o problema é do incomodado... Sempre acreditei que se a carapuça serve... Ao menos que revele alguma inteligência e se mantenha em silêncio. Porventura é preciso ficarem tão melindrados?
Já agora... Qual das personalidades foi afectada? Desculpe... Como disse mesmo que se chamava? É que já ouvi tanta coisa...
Felizmente, ainda há pequenos espaços, “Terras Virgens”, que pela sua pureza, me permitem sonhar... O mundo será melhor... Amanhã, quem sabe...
Nome
Nunca o escondi... O meu nome é-me afecto! Identifico-me, identificam-me... Cheguei mesmo a recear que o esquecessem... Mas quando, por vezes, o meu nome rola de certos lábios, quase rebento com asco... Chego mesmo a sentir o arrepio que acompanha a náusea... Revolta-me... O meu nome... Calem-se! Não o repitam...
Engenho
Se a necessidade aguça o engenho, porque é que no meio de tanta aflição, de tanto precisar, ainda não se fez luz para engenhar a solução?
A despropósito
A despropósito...
Enraiveci-me e dei conta que rosnava, baixinho, é certo... Mas rosnava!
Sentia o pulso vibrante na carótida, uma força bruta cerrava-me os maxilares. E tenho a certeza de que quem me olhava via, num tom já púrpura, os lábios apertados e os olhos arregalados. Já não sabia ao certo a origem da minha posição, o que me tinha levado ao meu extremo, o verso da página em que sempre me escrevo. Estava assim... Encolerizada! E ai de quem se aproximasse, quanto mais que me tocasse. Possessa? Era isso? Não... Era mais como se o meu corpo se estivesse a descolar da pele e dos ossos, preparando-se para se arremessar de encontra a primeira parede que surgisse. No fim de contas era só ausência de uma paciência que devia ser minha, que não tinha o que saber, nem mundo em seu torno para compreender...
Era só eu que, a despropósito, me enraiveci e rosnei baixinho...
Enraiveci-me e dei conta que rosnava, baixinho, é certo... Mas rosnava!
Sentia o pulso vibrante na carótida, uma força bruta cerrava-me os maxilares. E tenho a certeza de que quem me olhava via, num tom já púrpura, os lábios apertados e os olhos arregalados. Já não sabia ao certo a origem da minha posição, o que me tinha levado ao meu extremo, o verso da página em que sempre me escrevo. Estava assim... Encolerizada! E ai de quem se aproximasse, quanto mais que me tocasse. Possessa? Era isso? Não... Era mais como se o meu corpo se estivesse a descolar da pele e dos ossos, preparando-se para se arremessar de encontra a primeira parede que surgisse. No fim de contas era só ausência de uma paciência que devia ser minha, que não tinha o que saber, nem mundo em seu torno para compreender...
Era só eu que, a despropósito, me enraiveci e rosnei baixinho...
Miséria
Até que ponto a miséria me surpreende?
Creio que o limite é ténue e muito próximo do infinito.
A pele arrepia-se por um segundo... Mas o sentimento que fica é de tal modo vago, tosco que mal me apercebo... E para quê dar conta? A distância que me separa da miséria dos outros é curta... A qualquer momento o mundo pode tombar e desabar em mim. No fim de contas, que sei eu de miséria... Não a sei definir, não tenho como a identificar... Claro que posso reconhecer o mendigo e o pedinte... Mas serão esses os únicos miseráveis? Será que a desgraça se resume a roupas escuras e andrajosas, pele suja e cheiro pestilento? Não há miseráveis de pele limpa e hidratada?
Quando me dou conta, já estou a olhar para todas as pessoas que me rodeiam, inquirindo como serão por dentro, de que são feitas, se padecem ou se se anularam... A rapariga que distraidamente mete o indicador (acusador) narina adentro, o miúdo que se penteia constantemente mirando o reflexo no vidro do metro, a senhora que teima em arranjar lugar sentado... Até a rapariga com nítido excesso de peso que declina, com a delicadeza que no momento consegue encontrar dentro de si, o lugar sentado... “A Senhora está grávida, sente-se”... “Não obrigada... Eu não estou grávida!”... “Ah... Desculpe, sim?”... Miséria? Inodora... Incolor...
Sem querer, sem me aperceber, sigo por todos os espaços de ideias fixas... Descobrir se os outros conhecem a sua desgraça... Talvez seja a forma mais segura de me precaver e prevenir a minha...
Uma mulher grita do outro lado da rua, mas não entendo o que diz... E o dia já está no fim, os candeeiros já estão acesos... Discussão entre um casal de idosos... Dó... Ele ameaça bater-lhe, chama-lhe nomes horrendos... Ela calada... Levanta o chapéu de chuva e acerta-lhe na fonte... Uma mão qualquer segura-a, ele escorre sangue da testa... “Por favor... Os senhores deviam respeitar-se um ao outro... Deviam ser o amparo um do outro”... “Não se meta.!”... Curioso... O único andrajoso que vi, não me pareceu miserável... Estava bêbado, sim... Mas ria-se...
Passo mais uma esquina antes da estação de comboios... Mulheres de quarentas piscam o olho a um rebarbado qualquer... Nojo... Mas não delas...
Miséria? Não sei o que é... Mas começo a ter medo... Não vá um dia o mundo tombar e desabar em mim.
Creio que o limite é ténue e muito próximo do infinito.
A pele arrepia-se por um segundo... Mas o sentimento que fica é de tal modo vago, tosco que mal me apercebo... E para quê dar conta? A distância que me separa da miséria dos outros é curta... A qualquer momento o mundo pode tombar e desabar em mim. No fim de contas, que sei eu de miséria... Não a sei definir, não tenho como a identificar... Claro que posso reconhecer o mendigo e o pedinte... Mas serão esses os únicos miseráveis? Será que a desgraça se resume a roupas escuras e andrajosas, pele suja e cheiro pestilento? Não há miseráveis de pele limpa e hidratada?
Quando me dou conta, já estou a olhar para todas as pessoas que me rodeiam, inquirindo como serão por dentro, de que são feitas, se padecem ou se se anularam... A rapariga que distraidamente mete o indicador (acusador) narina adentro, o miúdo que se penteia constantemente mirando o reflexo no vidro do metro, a senhora que teima em arranjar lugar sentado... Até a rapariga com nítido excesso de peso que declina, com a delicadeza que no momento consegue encontrar dentro de si, o lugar sentado... “A Senhora está grávida, sente-se”... “Não obrigada... Eu não estou grávida!”... “Ah... Desculpe, sim?”... Miséria? Inodora... Incolor...
Sem querer, sem me aperceber, sigo por todos os espaços de ideias fixas... Descobrir se os outros conhecem a sua desgraça... Talvez seja a forma mais segura de me precaver e prevenir a minha...
Uma mulher grita do outro lado da rua, mas não entendo o que diz... E o dia já está no fim, os candeeiros já estão acesos... Discussão entre um casal de idosos... Dó... Ele ameaça bater-lhe, chama-lhe nomes horrendos... Ela calada... Levanta o chapéu de chuva e acerta-lhe na fonte... Uma mão qualquer segura-a, ele escorre sangue da testa... “Por favor... Os senhores deviam respeitar-se um ao outro... Deviam ser o amparo um do outro”... “Não se meta.!”... Curioso... O único andrajoso que vi, não me pareceu miserável... Estava bêbado, sim... Mas ria-se...
Passo mais uma esquina antes da estação de comboios... Mulheres de quarentas piscam o olho a um rebarbado qualquer... Nojo... Mas não delas...
Miséria? Não sei o que é... Mas começo a ter medo... Não vá um dia o mundo tombar e desabar em mim.
Regresso a Casa
Quando no regresso a casa, cansados de tudo e mais alguma coisa, nos vemos confrontados com a tremenda demanda do percurso nos transportes públicos, confesso... Quase que tenho vontade de ficar onde estou... Sei perfeitamente que entre 2.ª e 6.ª feira o o retorno ao ciclo vicioso de casa/trabalho/casa me vai torturar... Seria bem menos penoso ficar e dormir entre a cadeira e a secretária, bem colada à unidade do computador para servir de amparo... Mas não... Eu e mais uns quantos entramos e saímos dos transportes, suportamos o suor dos outros entre um jornal gratuito e uma miradela ao vizinho do lado...
Cansativo, não?
Cansativo, não?
Calhau
Caiu
PAM...
Tombou no chão, saltou, rebolou até... Correu sem se cansar... Só queria um lugar...
PIM...
Espalmado por fim, sem compreender o 'Só porque sim'... Ficou magoado, por todos abandonado... Nem mesmo um sedimento o tomou por um momento de arrependimento... Calhau é assim...
PAM...
Tombou no chão, saltou, rebolou até... Correu sem se cansar... Só queria um lugar...
PIM...
Espalmado por fim, sem compreender o 'Só porque sim'... Ficou magoado, por todos abandonado... Nem mesmo um sedimento o tomou por um momento de arrependimento... Calhau é assim...
Inspiração Egoísta
'A inspiração é o processo de sugar o ar para dentro do organismo, para depois liberá-lo para fora do corpo através da expiração.'
From Wikipédia
Não será esta a inspiração que procuro, não pretendo falar sobre parte da mecânica da respiração.
No entanto, faz sentido... É o processo que nos enche o peito de ar, oxigena o sangue e nos permite viver... Contudo procuro outra Inspiração... Divina? Terrena? Que importa? Preciso de uma lufada de magia (quem disser que não acredita em magia, por certo mente ou então está demasiado desiludido consigo próprio, para se permitir um momento de deslumbramento...), preciso de um golpe de sorte, para escrever (Aqui? Pode ser?)... O que pretendo é uma forma simples, mas eficaz de me revelar, sem no entanto me mostrar... Um meio light de saber quem sou... Porque afinal de contas é aí que reside a verdadeira questão da... Inspiração? Quem sou?
Talvez depois de me conhecer ela chegue sem se fazer notar... Mas sendo assim é necessário esperar... É que ainda não sei bem... Quem sou?
Talvez se me sentar aqui, frente a frente com as letras, me ocorra a resposta, num rasgo brilhante de lucidez... Ou talvez não... É uma questão de persistir! Porque sem Inspiração, Quem sou?
From Wikipédia
Não será esta a inspiração que procuro, não pretendo falar sobre parte da mecânica da respiração.
No entanto, faz sentido... É o processo que nos enche o peito de ar, oxigena o sangue e nos permite viver... Contudo procuro outra Inspiração... Divina? Terrena? Que importa? Preciso de uma lufada de magia (quem disser que não acredita em magia, por certo mente ou então está demasiado desiludido consigo próprio, para se permitir um momento de deslumbramento...), preciso de um golpe de sorte, para escrever (Aqui? Pode ser?)... O que pretendo é uma forma simples, mas eficaz de me revelar, sem no entanto me mostrar... Um meio light de saber quem sou... Porque afinal de contas é aí que reside a verdadeira questão da... Inspiração? Quem sou?
Talvez depois de me conhecer ela chegue sem se fazer notar... Mas sendo assim é necessário esperar... É que ainda não sei bem... Quem sou?
Talvez se me sentar aqui, frente a frente com as letras, me ocorra a resposta, num rasgo brilhante de lucidez... Ou talvez não... É uma questão de persistir! Porque sem Inspiração, Quem sou?
Desilusão
Que desilusão...
Sinto que falhei (-me/-te)...
Não fui de todo capaz de alcançar um ponto de credibilidade no que já escrevi, algo de que (me/te) possa(s) orgulhar... E esse erro, essa emenda que tenho de fazer, sinto que não sou capaz... Vejo cada passo que escrevo como uma gafe que mais tarde ou mais cedo tem de ser corrigida, mas que por preguiça ou ignorância vai ficar indeterminadamente em suspenso, a aguardar a sua vez... Sinto uma falha a abrir-se sob mim, num momento de ruptura geológica, em que de dentro de uma massa volumosa de rocha, há gritos, entranhas e partos que se rompem e rasgam o rosto do meu chão... Falhei...
Queria escrever tudo tão bem... Certinho e alinhado como nos cadernos de duas linhas da primeira infância... Mas não fui, não sou capaz...
Cada vez que escrevo, que imprimo uma palavra, num gesto que podia ser mecânico, mas que por meios desconhecidos, é ainda estranho, sinto, bem no fundo que... Não... Não está bem assim... Não é este o meu desejo... Queria dar-te por palavras aquilo que nem sei... Mas...
Que desilusão...
Sinto que falhei (-me/-te)...
Sinto que falhei (-me/-te)...
Não fui de todo capaz de alcançar um ponto de credibilidade no que já escrevi, algo de que (me/te) possa(s) orgulhar... E esse erro, essa emenda que tenho de fazer, sinto que não sou capaz... Vejo cada passo que escrevo como uma gafe que mais tarde ou mais cedo tem de ser corrigida, mas que por preguiça ou ignorância vai ficar indeterminadamente em suspenso, a aguardar a sua vez... Sinto uma falha a abrir-se sob mim, num momento de ruptura geológica, em que de dentro de uma massa volumosa de rocha, há gritos, entranhas e partos que se rompem e rasgam o rosto do meu chão... Falhei...
Queria escrever tudo tão bem... Certinho e alinhado como nos cadernos de duas linhas da primeira infância... Mas não fui, não sou capaz...
Cada vez que escrevo, que imprimo uma palavra, num gesto que podia ser mecânico, mas que por meios desconhecidos, é ainda estranho, sinto, bem no fundo que... Não... Não está bem assim... Não é este o meu desejo... Queria dar-te por palavras aquilo que nem sei... Mas...
Que desilusão...
Sinto que falhei (-me/-te)...
Aqui estou
Já passei por aqui anteriormente... Passei por outros cantos e não resultou... Mas renasceu a vontade de ter o meu espaço... Aqui estou!
Vou começar pelas "águas passadas"... O que já escrevi e que não divulguei... Depois virá o momento da criatividade...
Vou começar pelas "águas passadas"... O que já escrevi e que não divulguei... Depois virá o momento da criatividade...
Subscrever:
Mensagens (Atom)



